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O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD: MADELEINE PEYROUX

Hoje na coluna O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD toda a beleza do Jazz de MADELEINE PEYROUX.

MADELEINE PEYROUX nasceu em 1974 no Estado da Geórgia nos Estados Unidos, tendo também morado em Califórnia, em Nova York e em Paris, o que inegavelmente da um tom parisiense ao se Jazz.

Filha de um ator apaixonado por música e de uma professora de francês, ambos educadores e hippies teve seu primeiro contato com música ainda criança aprendendo e a tocar o ukelele da sua mãe.

Morando em Paris começou a cantar com 15 anos, acompanhada por artistas de rua e literalmente passando o chapéu depois de cada apresentação. Com apenas 16 anos passou a integrar o grupo The Lost Wandering Blues and Jazz Band fazendo sua primeira turnê pela Europa e já interpretando canções de grandes nomes do Jazz como Ella Fitzgerald, Billie Holiday e Bessie Smith e que mais tarde serviriam de base para o seu primeiro disco, o Dreamland lançado em 1996.

Já naquela época MADELEINE PEYROUX foi considerada pela crítica especializada como a Billie Holiday do século XXI, projetando o nome da cantora para além do Velho Continente e surgindo convites para abrir shows de nome como Cesaria Evora e Sarah McLachlan.

De maneira impressionante, ao inicia as gravações de seu segundo disco em 1997, a cantora teve um grave problema nas cordas vocais, o que acabou gerando o rompimento do contrato com a gravadora e o retorno de Madeleine para os shows de rua em Paris e os pequenos bares de Jazz no Estados Unidos.

De volta ao anonimato, MADELEINE PEYROUX passou a fazer pequenos trabalhos para outras cantoras e esporadicamente se apresentando em bares mas com outro nome, escondida do grande sucesso de 1997.

Em 2002 passou-se a se apresentar com William Galison, gravando o EP “Got You On My Mind” que era vendido em shows e pela internet. Em 2004 a editora Rounder descobriu esse EP e contratou a cantora para gravar. No mesmo ano chegava ao mercado o álbum “ Carelless Love” ressucitando o nome da cantora na midia. Repleto de covers de nomes como Leonard Cohen, Elliot Smith e Bob Dylan o disco foi um enorme sucesso.

Depois da fase conturbada MADELEINE PEYROUX não parou mais de produzir, lançando os maravilhosos Half The Perfect World (2006), Bare Bones (2009) e o trabalho mais recente Standing On The Rooftop (2011).

A cantora já esteve no Brasil algumas vezes, inclusive sendo entrevistada no Programa do Jô Soares em duas oportunidades.

Talentosa e dona de um timbre delicioso, toda discoteca que se preze deve ter pelo menos um título de MADELEINE PEYROUX.

Semana que vem tem mais.

Boas Melodias!

O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD: ZAZ

Hoje visitaremos novamente a aclamada world music na coluna O QUE ESTÁ ROLANO NO MEU IPOD com o trabalho da cantora francesa Isabelle Geffroy, conhecida como ZAZ.

ZAZ nasceu em 1980 na cidade de Tours na França. Sua mãe era uma professora de espanhol e seu pai trabalhava para uma empresa de eletricidade local.

Em 1985, com apenas 5 anos de idade ZAZ entrou para um conservatório em Tours onde estudou violino, piano, guitarra e canto até os 11 anos. Em 1994 mudou-se para Bordeaux onde retomou seus estudos de canto.

Suas principais influências são nomes como Ella Fitzgerald, Enrico Macias, Bobby McFerrin, Richard Bona e muita música Africana, Latina e Cubana. Tal mistura criou um estilo próprio misturando vários estilos de jazz e soul com a música tipicamente francesa.

Sua vida nos palcos começou em 2001 como cantora de uma banda de blues. Nos anos seguintes ZAZ ocuparia os vocais de diversas bandas de jazz e blues, e, mais tarde, em carreia solo.

Seu primeiro disco foi lançado em 2010 e leva o seu nome: ZAZ. Repleto de canções autorais e produzido por Kerredine Soltani do selo “Play On” levou o hit “Je veux” ao topo das paradas em Paris.

A famosa revista francesa especializada em música “Telerama” anunciou: “Rumores foram confirmados essa semana. Zaz é uma voz sagrada, e ela será a revelação do verão de 2010.”

E de fato a previsão da famosa revista estava correta. No mesmo ano ZAZ assinou contrato com a Sony e saiu em turnê pela França, incluindo a participação em diversos programas de TV e de radio.

Ano passado uma música de seu disco de estreia, “Couer Volant” foi incluída na trilha sonora da animação Hugo, projetando internacionalmente a carreira da cantora.

Este ano ZAZ esta viajando pelo mundo com a turnê de seu disco, incluindo shows no Japão, Canadá, EUA, Alemanha, Suíça, Eslovênia, Croácia, Bulgária, Servia e Turquia.

Vamos ficar na torcida para que em breve ZAZ nos dê o prazer de cantar em terras brasileiras.

Vale a pena conferir o trabalho desta simpática cantora francesa.

Até semana que vem.

Boas melodias!

O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD: MATANA ROBERTS

Hoje tem jazz na coluna O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD, vamos falar da saxofonista e cantora e compositora americana MATANA ROBERTS.

Desde criança, influenciada pelo pai, um grande colecionador de vinis, Matana já ouvia grandes nomes do jazz como Sun Ra e Albert Ayler, Cecil Taylor e David Muray.

Ainda muito nova decidiu estudar música clássica e teatro. Seu primeiro instrumento foi o clarinete, conhecendo o sax alto na escola durante seus estudos. Junto com sax alto instalou-se de forma definitiva a paixão pelo jazz.

Antes de lançar-se em carreira solo, MATANA ROBERTS trabalhou como saxofonista de jazz em sua cidade natal, Chicago. Em 1999, moudou-se para Nova York para estudar em um conceituado conservatório e lá vive desde então.

O interessante é que em toda a história do jazz dificilmente encontramos nomes femininos se destacando como instrumentista e não cantora, MATANA ROBERTS é a exceção, pois, além de cantora, é através do seu sax que se expressa e demonstra toda a sua explosão criativa.

A própria cantora afirma “O jazz sempre foi uma forma de arte dominada pelo homem, em grande parte porque, no início, foi associado a uma história masculina, dos gangsters, dos clubes ilegais, da guerra. Na altura as mulheres não tinham as mesmas liberdades. Algumas pessoas têm problemas em ver mulheres a lidar com a improvisação porque isto requer um certo tipo de agressividade que ainda é olhada de lado”.

Discografia

  • Lines for Lacy (2006)
  • The calling (2006)
  • The Chicago Project (2008)
  • Live in London (2011)
  • Coin Coin Chapter One: Gens de      Couleur Libre (2011)

Lançado no ano passado, Coin Coin Chapter One: Gens de Couleur Libre é um disco fantástico, considerado pela crítica especializada como um dos discos de jazz mais urgentes de nossa época. O disco figura na lista dos 50 melhores álbuns de 2011 da especializadíssima revista norte americana Jazz Times.

Com muito improviso e ataques característicos dos grandes musicistas de jazz, MATANA ROBERTS aborda também muitas referências da música negra que antecede o próprio jazz, dado até um caráter ativista à música da artista.

Em seu recente disco, durante algumas canções MATANA ROBERTS recita textos com conotação política  e social, demonstrando todo o seu engajamento.

Para quem quer conferir o trabalho da artista pessoalmente, no próximo dia 01/09 ela se apresenta no SESC Belenzinho em São Paulo. Dividida em dois sets, a apresentação traz MATANA ROBERTS acompanhada pelo baterista Maurício Takara (Hurtmold, São Paulo Underground, M. Takara 3) e em seguida em performance solo. Vale muito a pena conferir.

Semana que vem tem mais.

Boas melodias!

O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD: LILA DOWNS

Hoje a coluna O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD aproveita a breve passagem deste editor pelo México para trazer o trabalho de uma artista que já esteve em terras tupinikins, a cantora mexicana LILA DOWNS

LILA DOWNS nasceu em 1968 na cidade mexicana de Tlaxiaco e desde pequena mostrou interesse pela música, sendo os famosos mariachis sua primeira influência musical aos tenros 8 anos de idade cantando músicas mexicanas tradicionais.

Com quatorze anos a cantora mudou-se para os EUA onde passou a estudar vocalização em Los Angeles dando inicio uma futura e bem sucedida carreira musical.

Com a morte de seu pai LILA DOWNS retorna ao México com sua mãe, porém, mais tarde, retornaria novamente aos EUA para estudar antropologia. E foi nos EUA que conheceu Paul Cohen, saxofonista que a incentivou a retomar a carreira musical, o que aconteceria somente depois de terminar seu estudos no México com a viagem da cantora para Nova York para estudar música.

Aos 25 anos, de volta ao México com Paul, ingressa em um grupo de percussão local chamado Los Cadetes de Yodoyuxi. Nesse período LILA DOWNS e Paul passam a alternar temporadas no México e nos EUA, sendo que nos EUA formou o grupo La Trova Serrana que fazia muito sucesso com a comunidade latina cantando músicas tradicionais da cultura mexicana.

Seu primeiro álbum foi lançado em 1994 quando a cantora tinha apenas 26 anos. Ofrenda foi gravado de forma independente e é uma coleção de músicas tradicionais oxaquenhas e mexicanas cantando em espanhol, mixteco e zapoteca, línguas nativas do Estado de Oaxaca.

Em 1996 seu segundo , o Azuláo: En vivo con Lila Downs  gravado ao vivo, é um disco acústico também com musicas rancheiras mas já com forte influência do jazz e que tornou a cantora conhecida além dos limites de Oaxaca.

O terceiro trabalho de LILA DOWNS é o primoroso Árbol de la vida lançado em 2000 que é o responsável pela carreira internacional da cantora, pois chegou a países como Inglaterra, Suíça, Canadá e principalmente nos Estados Unidos culminando com a primeira grande turnê internacional da artista.

O sucesso da turnê rendeu um contrato com a gravadora EMI e o primeiro disco em inglês, o La línea, lançado em 2001 nos Estados Unidos e no México, contando com onze canções em espanhol, três em inglês e uma em maia. O sucesso foi tamanho que o disco chegou a atingir o primeiro lugar em paradas de sucesso dos Estados Unidos, México, Espanha, Reino Unido, França e Áustria.

Sem se desapegar da tradição dos ritmos mexicanos e de letras que retratam problemas de imigração e de preconceito, mas já com notáveis influências do jazz, rock, folk e hip hop LILA DOWNS lançou Uma Sangre e La Cantina em 2004 e 2006 respectivamente.

Ojo de Culebra lançado em 2008 foi o primeiro disco da cantora com lançamento simultâneo também no Brasil e é considerado um dos clássicos da world music e peça obrigatória na discoteca de qualquer bom apreciador de música internacional.

O segundo trabalho ao vivo de LILA DOWNS é o relativamente recente Lila Downs y La Misteriosa en París lançado em 2010 que é também encontrado em DVD.

O mais recente disco é o Pecados y Milagros de 2011 que com apenas dois dias de lançamento atingiu o primeiro lugar de álbum mais baixado no ITunes na categoria world music.

Atualmente a cantora continua em turnê pelo mundo promovendo seu último trabalho.

Fica aqui mais uma dica do Monophono!

Até semana que vem!

Boas melodias!

O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD: MAURICE KIRYA

Hoje a coluna O QUE ESTÁ ROLANDO MEU IPOD viaja novamente para o continente africano e vai até Uganda para mostrar o trabalho do cantor MAURICE KIRYA.

Maurice faz o chamado Mwooyo, o termo usado em Uganda para definir uma deliciosa mistura da Jazz e R&B o que faz com que seu trabalho esteja paulatinamente conquistando público além dos limites de Uganda apesar do artista estar na estrada há mais de 10 anos cantando e compondo.

Conhecido por seu estilo único, foi MAURICE KIRYA que criou o Mwooyo que costuma chamar de um soul africano.

Sua maior inspiração são as belezas de Uganda. Quando ainda criança, sua mãe colocava todas as crianças do povoado em torno de uma fogueira e as ensinava a cantar. Jamais imaginariam que mais tarde Maurice ganharia o mundo.

Hoje com 28 anos, MAURICE KIRYA começou a cantar profissionalmente ainda com apenas 15 anos gravando com grupos populares de Uganda de música gospel, rap e jazz. O artista  começou então a percorrer todo o continente africano mostrando sua arte e em 2007 ganhou o premio de melhor cantor de R&B da Música Africana, sendo um dos três artistas convidados a se apresentar no primeiro festival de música da MTV feito na África.

Nos anos seguintes Maurice escreveu músicas para importantes cantores de jazz como Brenda Nanyonjo, fez backing-vocal para o cantor e produtor musical Steve Jean e gravou com a queniana Susanna Owiyo e com Pauline Zongo da Tanzania.

Apesar do longo tempo de estrada, seu disco de estreia totalmente autoral foi lançado em dezembro de 2009, o “Misubbaawa” merecendo destaque a música “I will sing” que fez sucesso em todo o continente africano e fora de lá.

O sucesso do disco foi tão grande que MAURICE KIRYA foi o primeiro artista africano convidado a participar do famoso South by Southwest (SXSW) Music Festival em Austin, Texas, Estados Unidos realizado em Março de 2010.

Uma vez por mês o artista se apresenta com o show “The Maurice Kirya Experience” que é responsável por voltar a movimentar a até então apagada cena musical de Uganda.

Atualmente MAURICE KIRYA esta finalizando a gravação de seu segundo disco com a promessa de lançamento para ainda em 2012, com certeza veremos mais um grande trabalho.

Semana que vem tem mais…

Boas melodias!

O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD: ELLA FITZGERALD

Hoje a coluna O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD, lembrando o último dia 15/06 quando fez 16 anos da morte desta grande diva, deixamos nossa homenagem àquela que é fonte de inspiração de 10 entre 10 grandes cantoras dos últimos 30 anos, a grade diva ELLA FITZGERALD.

Considerada a melhor cantora de jazz de todos os tempos, Lady Ella possuía uma extensão vocal que abrangia três oitavas e ficou conhecida pela pureza de sua voz. Com dicção e entonação impecáveis ficou famosa por sua incrível habilidade em “scats”, técnica de canto que consiste em cantar vocalizando palavras sem sentido e sílabas de forma improvisada, semelhante a um instrumento de sopro.

Nascida em 25 de abril de 1917, durante sua infância ELLA FITZGERALD queria ser dançarina, no entanto sempre gostou de ouvir gravações de jazz de Louis Armstrong, Bing Crosby e The Boswell Sisters, sendo grande fã da cantora Connee Boswell.

Sua estreia como cantora foi com 17 anos em 1934 no Teatro Apollo no Harllem, logo conquistando um público fiel e ganhando o principal premio oferecido pelo teatro aos cantores amadores.

Em 1935 passou a cantar regularmente com a orquestra de Chick Webb no Savoy Ballroom também no Harllem, gravando diversos sucessos com a banda, inclusive algumas  composições próprias.

Em 1930 com a morte de Chick Webb a banda passou a se chamar “Ella Fitzgerald and her Famous Orchestra” fazendo 150 gravações com essa banda até o ano de 1942, época em que deixou a banda em busca de sua carreira solo.

Contratada pela gravadora Decca, obteve diversos sucessos gravando com artistas como Ink Spots, Louis Jordan e os Delta Rhythm Boys.

Em 1945 Ella começa a introduzir os “scats” em suas gravações que mais tarde a tornaria mundialmente conhecida, gravando a canção “Flying Home”, sendo mais tarde reconhecida pelo jornal New York Times que afirmou que, embora muitos cantores como Louis Armstrong tenham tentado a técnica de improvisação, ninguém conseguiu aplicar-la com tanta maestria como ELLA FITZGERALD.

Seu período de maior destaque e sucesso foi entre 1959 e 1954, período em que lançou um conjunto de 8 songbooks de diversos álbuns lançados pela gravadora Verve Records. Com músicas que variavam do padrão normal do clássico jazz, atingindo um publico além dos tradicionais fãs jazzísticos.

De 1950 à 2001 foram mais de 80 álbuns gravados por ELLA FITZGERALD.

Além da música, em sua carreira Ella também participou de alguns filmes, sendo o mais marcante a interpretação da cantora de jazz Maggie Jackson no filme “Pete Kelly’s Blues” rodado em 1955.

Muito tímida, ELLA FITZGERALD raramente saia de casa ou dava entrevistas, dedicando-se exclusivamente à sua música, o que fazia com extrema maestria.

Em 1993, já afetada por problemas de visão pela diabetes, a cantora teve as duas pernas amputadas, vindo a falecer em 1996 aos 79 anos de idade.

O material de arquivo da sua longa carreira está armazenado no Centro de Arquivos do Museu Nacional de História Americana, do Smithsonian, enquanto seus arranjos musicais pessoais estão guardados na Biblioteca do Congresso.

Única, e não existindo até hoje nenhuma cantora que se assemelhe a ela, ELLA FITIZGERALD continuará por anos e anos a influenciar novos talentos e com suas canções, verdaeiras obras primas, emocionando e embalando belas histórias.

Semana que vem tem mais.

Boas melodias!

O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD: KIMBRA

Hoje a coluna O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD continua sua viagem ao redor do mundo e vai até a Nova Zelândia para mostrar o trabalho da cantora KIMBRA que tocou neste mês nos Estados Unidos pela primeira vez com a promessa de ser a próxima grande revelação da música pop mundial depois de nomes como Amy Whinehouse e Adele.

Kimbra Johnson nasceu em 27 de março de 1990 em Hamilton, Nova Zelândia, onde viveu toda sua infância e adolescência já despertando interesse e demonstrando extrema aptidão para a música.

Com apenas 10 anos de idade a cantora e compositora já escrevia suas próprias canções e, aos 12, após ganhar uma guitarra de seu pai, começou a cantar e a compor sem parar.

Na escola, aos 14 anos, KIMBRA já participava de concursos escolares de música conquistando sempre os primeiros lugares. Assim, desde muito cedo, a cantora estuda música obtendo surpreendente aperfeiçoamento vocal.

Com 17 anos de idade mudou-se para a Austrália para dar inicio a composição e gravação de seu primeiro disco, “Vows” lançado em outubro de 2011, vendeu mais de 100.000 cópias na Austrália chamando a atenção do presidente da Warner Brothers Records que a apadrinhou vendo uma promissora carreira para a cantora no mínimo nos próximos 15 ou 20 anos.

Mas o que fez o trabalho de KIMBRA tornar-se conhecido foi sua participação especial na música e no clipe da música “Somebody tha I used to know” com o músico e compositor belga-autraliano Gotye que virou hit e ficou cinco semanas na primeira posição na parada musical australiana.

Com seu pop flertando com o jazz e com o lounge, KIMBRA tem forte personalidade extravasada por sua presença de palco sempre de franga e batom vermelho e com um incrível talento para compor refrões que “grudam”.

Suas principais influências são Miles Daves e Ella Fitzgerald, o que já da uma pista sobre o seu trabalho e todo o potencial que a cantora promete.

A mundialmente conhecida Rolling Stone a classificou como uma cantora inventiva, que impressiona pela técnica utilizada em loopings experimentais ao vivo, inclusive a convidando para mostrar algumas canções de “Vows” em seu estúdio.

Em sua primeira apresentação em Nova Yorque com grande parte do público cantando suas canções, chamou atenção do NYT que no último dia 21 (21/05/2012) dedicou extensa reportagem sobre o trabalho de KIMBRA.

Atualmente a cantora é acompanhada por Fagan Wilcox – synth / baixo / vocal, Timon Martin – guitarra / vocal, Stevie McQuinn – bateria, e Ben Davey – teclados / vocal.

Vale a pena conferir o trabalho de KIMBRA.

Conheça mais em: website, youtube, facebook, myspace e twitter.

Até semana que vem!

Boas melodias!