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NASI E EDGARD SCANDURRA SE APRESENTAM JUNTOS EM SP

nASI E sCANDURRA 2

Após seis anos da separação de uma das maiores bandas de rock brasileira, Edgard Scandurra, guitarrista e fundador da banda Ira! ao lado de Nasi, deu indícios através de uma entrevista que teria feito as pazes com com seu antigo companheiro de banda:

““Há coisa de um mês atrás, o Nasi me ligou. Não falava com ele desde 2007. Ficava lendo coisas que ele falava de mim por aí. Dava uma respondida aqui, ali. Era uma guerrinha nem tão velada assim. Mas aí ele me ligou e achei bacana””

Apesar dessa declaração, até então nada de novo ainda havia se confirmado. Hoje pela manhã os fãs da banda tiveram uma grande surpresa. Através de sua pagina oficial no Facebook, Nasi anunciou um show especial em parceria com Scandurra, que acontecerá em São Paulo no próximo dia 30 de outubro.
Confirmação Show Nasi e Scandurra

O show será em benefício à escola NANE, que atende a crianças e jovens em dificuldades de aprendizagem. A banda que se apresentará ao lado do DUO é composta por Daniel Scandurra no baixo e Felipe Mello na bateria, que já fazem parte do projeto solo de Scandurra. A noite ainda contará com as participações especiais de Paulo Ricardo (RPM) e um grande poeta ex-Titãs (surpresa). O repertório será basicamente composto por composições do Ira!. Show único e inédito.

Questionado sobre uma possível volta do Ira! pelo site Guitar Player Edgard Scandurra comentou:

Estou acostumado a lidar com diversos trabalhos e a ter vários projetos e tentar honrar o máximo possível todos eles. Uma volta da banda seria algo a se pensar, mas, no momento, a gente quer dar um passo de cada vez. Temos esse show, que será importante. Falar novamente com o Nasi, depois de 6 anos foi superlegal. Já é um passo muito positivo, um avanço. Agora, há mais dois caras na banda, o André [Jung, baterista] e o Gaspa [baixista], e um monte de coisas para se conversar ainda. Acho que é um pouco cedo para se falar em volta da banda.”
Nasi e Scandurra
SERVIÇO:
Show: Nasi e Edgard Scandurra | Participação especial Paulo Ricardo e ex-Titãs
Local: Traffô | Rua Gomes de Carvalho, 560 – Vila Olímpia
Data: 30 de outubro de 2013
Horário: 19hs
Ingressos: Homem R$ 180 e Mulher R$ 120
Open Bar e Comidinhas de Buteco

Fonte: Mundo Ira!

VERSÕES: THE WHO x SCORPION x DAVID BOWIE x YVONNE ELLIMAN x THE CLASH x FATBOY SLIM x ULTRAGE A RIGOR x IRA!


I Can´t Explain” é uma canção clássica da banda de rock Inglês The Who, escrito por Pete Townshend e produzida por Shel Talmy. Foi lançada como single em Outubro de 1964 no Reino Unido e em 15 de janeiro de 1965 nos Estados Unidos, tornando-se a partir dai uma das músicas que mais ganharam versões, servindo também de inspiração através de seus riffs.

No ano de 1973, David Bowie lançou sua versão de “I Can´t Explain“, presente no álbum “Pin Ups“. Naquele mesmo ano, a cantora Yvonne Elliman também inclui a sua versão da mesma canção no álbum “Food Of Love”. O punk rock do The Clash foi influenciado pelos Riffs de “I Can´t Explain“, dando origem aos hinos “Clash City Rockers” e “Guns on the Roof“. Já no final década de 80, a banda Scorpions inclui sua versão do single na coletânea  “Best of Rockers ‘n’ Ballads”.

Nos anos 90 foi a vez da música eletrônica se fundir com o rock feito pelo The Who. O Fatboy Slim lançou em 1997 o single “Going Out Of My Head“, usando como sampler o riff de “I Can´t Explain“. Os brasileiros também tiveram sua participação nas versões do single. Roger, do Ultrage a Rigor, escreveu uma versão em português, que foi gravada primeiramente pelo Ira! no ano de 1998 e fez parte do álbum “Você Não Sabe Quem Eu Sou“. Alguns anos depois, o próprio Ultrage a Rigor deixa registrada a sua versão de forma acústica, através do “Acústico MTV“, no ano de 2005. Confiram abaixo as Versões citadas na matéria de hoje:

I Can´t Explain – Versão Original Estúdio por The Who

I Can´t Explain – Versão Original ao Vivo por The Who (2006)

I Can´t Explain -Versão Estúdio por David Bowie

I Can´t Explain -Versão Estúdio por Yvonne Elliman

Clash City Rockers – Versão Estúdio Original por The Clash (Riff´s de I Can´t Explain)

Guns on the Roof – Versão Estúdio Original por The Clash (Riff´s de I Can´t Explain)

I Can´t Explain -Versão Estúdio por Scorpions

Going Out Of My Head (Sampler I Can´t Explain) – Versão Estúdio por Fatboy Slim

Eu Não Sei (I Can´t Explain) – Versão Estúdio por Ira!

Eu Não Sei (I Can´t Explain) – Versão Acústica por Ultrage a Rigor

O FIM DA IRA ENTRE NASI E O IRMÃO AIRTON VALADÃO | OUÇA VERSÃO DE NASI PARA CLÁSSICO DOS STONES


Nasi
, (ex-Ira!) anunciou que ele e seu irmão Airton Valadão Junior (ex-empresário do Ira!) se reconciliaram após  cinco anos de brigas públicas e processos judiciais. Para muitos fãs, toda essa confusão foi o estopim para o fim da banda. Nasi esclareceu que não através nota oficial em seu perfil no facebook:

O Ira! não acabou por causa da briga com o Junior. A banda já estava morta por dentro há muito tempo”… “Acho que o Junior quis manter a banda ligada à aparelhos. Eu quis desligá-los”. Nasi ainda prometeu esclarecer muitas coisas sobre a banda, que o público ainda desconhece, através de uma biografia que deverá ser lançada entre agosto e setembro.

A reconciliação rendeu ao músico a detensão da marca Ira!, que antes estava em poder do irmão. Sobre um possível retorno da banda, Nasi comenta: “Se alguém algum dia tiver que decidir quando voltar a usar o nome, tem que ser eu ou Edgard Scandurra“.

Nasi participou  de uma homenagem aos 50 anos dos Rolling Stones promovida pelo site Uol, onde  diversos nomes da música brasileira interpretam clássicos dos Stones. A música escolhida por Nasi foi  “She smiled sweetly“. “Escolhi essa musica por que gosto muito da fase deles com o Brian Jones. O IRA ja tinha gravado essa mesma música em 93, mas essa versão é mais proxima do original dos Stones“. Esta e outras versões dos Stones podem ser conferidas clicando aqui.

ESPECIAL 12 DE OUTUBRO: MÚSICAS PARA CRIANÇAS

Alguns músicos brasileiros dedicam ou dedicaram algum tempo de sua carreira para fazer músicas voltadas para crianças. Regravações de clássicos infantis, músicas próprias com temática pedagógica para crianças ou apenas referências ou lembranças da infância. Em comemoração ao dia das crianças, fizemos uma seleção destes músicos, que agregam e muito culturalmente e musicalmente o desenvolvimento intelectual das crianças. Em tempos de banalização musical no Brasil, ainda  é possível sim encontrar música boa, inteligente e inocente para crianças. Confiram abaixo:

Toquinho
Nascido em São Paulo, Brasil, a 6 de julho de 1946 com o nome de Antonio Pecci Filho, na primeira infância a mãe o chamava de “meu toquinho de gente”. E o apelido Toquinho permaneceu, identificando-o depois como um dos mais expressivos artistas da música popular brasileira. Responsável pelo clássico “Aquarela“, Toquinho sempre produziu um conteúdo especial voltado para as crianças. Em novembro de 2003, o clipe animado “Aquarela” conquistou o “Liv Ullmann Peace Prize”, prêmio concedido pelo júri do Chicago International Children’s Film Festival, o maior e mais antigo festival de filmes infantis do mundo, cujo critério é conceder o primeiro lugar ao filme que traduz de forma mais sensível o desejo de paz e harmonia entre as crianças. Em 2005 o músico lançou o Box “Toquinho no Mundo da Criança“, lançamento de Circuito Musical  e Mundo da Criança, distribuído pela Universal Music. Trata-se de uma composição 3 em 1, até agora inédita no mercado nacional, reunindo um DVD, um CD de áudio e uma faixa interativa com horas de conteúdo para crianças.
 

Pato Fu
No ano de 2o10, a banda mineira Pato Fu lançou o álbum “Música de Brinquedo“, com a proposta de recriar canções clássicas do repertório nacional e internacional apenas com o uso de instrumentos infantis. Um kazoo entrou no lugar de instrumentos de sopro, um brinquedo Genius simulou um saxofone e uma calculadora Casio reproduziu o som de um teclado. Fora um elefante de plástico, cujo ronronar entrou no lugar de uma parte orquestrada de “Live and let die”, de Paul McCartney.

Coletânea Pum – Jimmy (Matanza) e Pitty
Lançando de forma digital no ano de 2009, a coletânea “Pum“ trás grandes nomes da música brasileira interpretando músicas com temática voltada para as crianças. Pato Fu, Roberta Campos, Strike, o vocalista do Matanza, Jimmy, entre outros, cantam clássicos como “Carimbador Maluco” (Raul Seixas), na versão dos baianos do Vivendo do Ócio, “Vida de Bebê” (Ultraje a Rigor), “Família” (Erasmo Carlos) com ele mesmo nos vocais, “O Vira” (João Ricardo/Luhli) com Falamansa e Maskavo, além da balada “Só Agora”, da Pitty. O álbum acaba de sair no formato físico, via DeckDisc, em comemoração ao dia das crianças.


Adriana Partimpim
 Adriana Partimpim é o sétimo álbum e o primeiro infantil da cantora e compositora Adriana Calcanhotto como Adriana Partimpim. O álbum recebeu um disco de ouro (o que significa que vendeu mais de 100 mil cópias no país). Foi idealizado para as crianças, no qual Adriana Calcanhotto usa o heterônimo de Adriana Partimpim, alcunha que tinha na infância, dada pelo pai.

Pequeno Cidadão
O projeto musical encabeçado por Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra (ex-Ira), Taciana Barros (ex-Gang 90) e Antonio Pinto (compositor de trilhas sonoras para filmes) deu origem a um novo estilo musical: O MPC (Música Psicodélica para Crianças). Os músicos já conhecidos da década de 80, voltaram a se encontrar quando os filhos menores estavam matriculados na mesma escola. Frequentavam as mesmas festas e nessas festas cantavam as musicas que faziam para seus filhos. Decidiram que deveriam reunir essas músicas em um disco. Nasce ai o primeiro disco do Pequeno Cidadão.






PEQUENO CIDADÃO: MÚSICA PSICODÉLICA PARA CRIANÇAS

O projeto musical encabeçado por Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra (ex-Ira), Taciana Barros (ex-Gang 90) e Antonio Pinto (compositor de trilhas sonoras para filmes) deu origem a um novo estilo musical: O MPC (Música Psicodélica para Crianças). Os músicos já conhecidos da década de 80, voltaram a se encontrar quando os filhos menores estavam matriculados na mesma escola. Frequentavam as mesmas festas e nessas festas cantavam as musicas que faziam para seus filhos. Decidiram que deveriam reunir essas músicas em um disco. Nasce ai o primeiro disco do Pequeno Cidadão.

Tanto na produção e gravação do disco quanto nos shows da banda, os filhos dos músicos participam nos vocais. Durante a apresentação, o espectador se encanta com a miscelânea de instrumentos musicais, como guitarra, piano, bateria, malabares, fantasias, brincadeiras de crianças e um telão.

. “Pequeno Cidadão” tem 14 faixas e letras que brincam com os primeiros pepinos existenciais do ser humano: a hora de largar a chupeta (“Agora eu quero cantar, sem uma tampa de borracha pra me atrapalhar”), obrigação versus diversão (“Agora pode tomar banho / agora tem que pular no sofá”) ou dor-de-cotovelo (“O sol pediu a lua em casamento e a lua disse: não sei, não sei, não sei, me dá um tempo”).

O disco se transformou também em DVD, onde são apresentados um clipe para cada uma das 14 faixas. Confiram abaixo 2 clipes que se encontram no DVD:

Pequeno Cidadão -Tchau Chupeta

Pequeno Cidadão – O Sol e a Lua

O mais interessante é que o disco “Pequeno Cidadão” foi lançado também no formato Vinil 12″ e pode ser adquirido clicando aqui. Uma ótima forma de apresentar para seus filhos e consumir esse maravilhoso formato físico de música com músicas focadas para crianças.

Segundo a agenda da produtora LP Produções, o próximo show do Pequeno Cidadão será dia 20 de agosto no projeto Sesi Bonecos (Parque Ibirapuera) – SP.