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BLACK SABBATH: THE VINYL COLLECTION 1970-1978 | BOX COM NOVE ÁLBUNS EM VINIL 12″ 180 GRAMAS REMASTERIZADOS


Conforme anunciamos aqui, no dia 11.11.11 os lendários roqueiros do Black Sabbath anunciavam seu retorno aos palcos. Seguindo a mesma idéia de datas cabalísticas, está previsto para dia 12.12.12 o lançamento de um box especial da banda via Universal Music, contendo 9 álbuns em vinil 12″, intitulado “Black Sabbath: The Vinyl Collection 1970-1978“. A caixa contemplará os álbuns  “Black Sabbath“, “Paranoid“, “Master of Reality” (incluindo um poster), “Volume 4” (incluindo encarte com fotos), “Sabbath Bloody Sabbath“, “Sabotage“, “Technical Ecstasy“, “Never Say Die” e “Live At Last“, todos em vinil de alta qualidade 180 gramas, além de um EP em vinil 7” contendo os singles “Evil Woman” e “Wicked World“. Para complementar ainda mais este lançamento especial, estará incluso no kit um livro 12″ por 12” contendo fotos de apresentações que aconteceram entre  1970, 1975, 1976 e 1978 e um voucher para download de todos os álbuns em mp3.

O anúncio do lançamento foi feito através do site oficial da banda, que indica inclusive o link para a compra do Box na pré-venda, porém inesplicávelmente nesta semana o link aparece como inexistente. Para conferir o anúncio clique aqui e para a tentativa de compra na pré-venda clique aqui. Se prepare para gastar algo em torno de R$ 600,00 + custas de envio.

Confiram abaixo o vídeo de divulgação do lançamento:

RESENHA: 40 ANOS DE “VOL. 4” DO BLACK SABBATH


E então, após o fabuloso “Master of Reality“, de 1972, o Black Sabbath lançava “Vol. 4”. Houve desprezo por críticos na época, mas o álbum alcançou status de ouro em apenas um mês, e foi o quarto lançamento consecutivo da banda a vender um milhão de cópias nos Estados Unidos. Segundo os próprios integrantes, “Vol. 4” – que a princípio chamaria-se “Snowblind“, título de uma das mais significativas canções do disco, devendo muito a cocaína, o que é perceptível ao prestar a atenção na maioria de suas letras. Quanto a sonoridade, é um disco mais experimental, se comparado a seus antecessores.

Wheels of Confusion“, abre o álbum da melhor forma possível. A guitarra melódica e dramática de Tony Iommi, a voz de Ozzy Osbourne extremamente diferente se comparada ao primeiro disco da banda… E, Bill Ward, quando se diz por aí que foi a partir de “Vol. 4” que o álcool e as drogas deixaram de lhe trazer diversão, você pode entender muito bem com “Wheels of Confusion“.

Tomorrow’s Dream” não fica atrás em questão de letra, e muito menos em questão de sonoridade. Em seguida, “Changes“. Música inspirada, principalmente, no divórcio em que Bill Ward enfrentava na época, e talvez, uma das canções mais surpreendentes do álbum. O piano se sobressai, a história da letra envolve, e a voz de Ozzy sintoniza-se perfeitamente com a música. Talvez a primeira canção deveras serena da banda, depois de “Planet Caravan“, que faz parte de “Paranoid“, lançado dois anos antes de “Vol.4“.

FX” é a quarta faixa do disco. Você pode escutá-la e pensar “Mas que porra é “FX“, cara?” “FX” é o eco do crucifixo de Iommi batendo na corda da guitarra, e mais um pouco. Não tem letra, mas faz mais sentido que muita coisa por aí. Ela soa fantástica na vitrola.

Supernaut” fala sobre o sentimento de libertação, tem umas das melhores guitarras do disco, é cheia de rimas e carrega um baixo bastante incrível. Geezer é, verdadeiramente, bom no que faz. Em sua autobiografia, Ozzy Osbourne afirma que pode “realmente provar a cocaína ao ouvir Supernaut“.

Snowblind” é a sexta canção do disco. Vinte segundos depois do segundo minuto da música, vem o melhor solo de guitarra. Escute-a com um bom fone de ouvidos, e saberás.

Você ouve sobre exageros e livre arbítrio em “Cornucopia“. Um belo riff muito bem acompanhado pela bateria de Bill Ward. “Laguna Sunrise” é a oitava faixa de “Vol. 4“. E essa é “só” mais uma obra de arte de Tony Iommi. Mais sentida quando na vitrola. “St. Vitus Dance” pode grudar na sua cabeça e simplesmente ficar lá por um bom tempo. Basicamente, sobre o amor, e suas decepções. O disco se despede com “Under the Sun“. Guitarra pesada do início ao fim, solos incríveis. A letra mais interessante e provocadora do disco, talvez.

Faz 40 anos desde o seu lançamento, e “Vol. 4” não cansa, e jamais cansará. Escute “Vol. 4” no carro, no iPod, e principalmente, na vitrola. Viva Black Sabbath!

17 PERSONALIDADES (NACIONAIS E INTERNACIONAIS) LIGADAS À MÚSICA ELEGEM O MELHOR ROCK DE TODOS OS TEMPOS | PARTE 1


Em comemoração ao dia mundial do rock o Monophono entrou em contato com algumas personalidades envolvidas direta ou indiretamente com a música para eleger na opinião de cada uma delas o melhor rock de todos os tempos (música e banda), que representaria fielmente o dia 13 de julho, além de questionarmos também o porque dessa escolha. Uma tarefa quase impossível, que pode ser conferida logo abaixo:

Marcelo Viegas (Editor CemporcentoSKATE | Zinismo)

Essa é uma pergunta impossível de responder (pelo fato de ter que escolher apenas uma canção/banda) e que sempre levará mais em conta o pessoal do que o universal. “O melhor rock pra mim” é a resposta que você vai receber sempre. Então, mais como simbolismo do que como escolha definitiva, eu diria que “Rock For Light“, do Bad Brains, é uma boa pedida. Sem o rock não existiria o punk; sem o punk não existiria o hardcore; e sem o Bad Brains o hardcore não seria o mesmo, em vários sentidos. Com mensagem, atitude, técnica, agressividade, postura e um som fantástico, o Bad Brains cravou seu nome na história do rock. Até hoje,  30 anos depois, “Rock For Light” (ou qualquer outra faixa do disco de mesmo nome) desperta uma vontade incontrolável de afastar o sofá, aumentar o som e pular feito um doido pela sala. Se isso não representa bem o rock, então não sei o que poderia representar…
Mais sobre o trabalho de Marcelo Viegas aqui e aqui.

Mario Bross (Wry | Asteroid Bar)

We Will Rock You” do Queen representa muito bem o Dia Mundial do Rock já que começou-se a comemorar esse dia à partir do dia 13 de Julho de 1985 no festival Live Aid organizado por Bob Geldof. Queen estava lá e foi um dos maiores destaques. Dividiu o palco com grandes nomes como U2, revelação na época, Led Zeppelin e David Bowie.
Mais sobre o trabalho de Mario Bross aqui e aqui.

Austin Lucas (Músico | EUA)

O melhor rock de todos os tempos, para mim sempre vai ser o X. Eu penso que a música deles vai perfeitamente em qualquer hora do dia. Eu continuo ouvindo eles e não consigo acreditar na banda incrível que eles são… Eu acho que a minha musica favorita deles é provavelmente, “The Unheard Music“.
Mais sobre o trabalho de Austin Lucas aqui.

Felipe Gasnier (Ideal Shop | Edições Ideal | Ideal Records)

Em um país do samba, axé e Valesca Popozuda, poder comemorar o dia do rock é de dar orgulho a nós cabeludos. O Rock, ao meu ver  é nosso Deus e suas vertentes são as religiões, como o hardcore, punk, hardrock, metal, grind e por ai em diante. Cada qual tem a sua música e banda que mais marcou época e diferentes estilos de vida. Então, seguindo esta lógica eu diria que o Black Sabbath é Deus, Ozzy é Jesus e a música Paranoid representa os mandamentos que devemos seguir. O resto, é RESTO! Um brinde ao ROOOCK! Xilip 666.
Mais sobre o trabalho de Felipe Gasnier aqui e aqui.

Regis Damasceno (Cidadão Instigado | The Mockers)

Eu votaria em ‘(I can’t get no) Satisfaction“, Rolling Stones, riff básico e primal.
Mais sobre o trabalho de Régis Damasceno aqui e aqui.

Ulysses Christianini (Pisces Records | Pisces Virtual)

Smells Like Teen Spirit” – Nirvana. Pode até parecer clichê, mas com esta música e o álbum “Nevermind” e claro com a postura do Kurt de apoiar as bandas independentes, que tive a inspiração de abrir um selo e estar no meio participando da cena independente a mais de 15 anos!
Mais sobre o trabalho de Ulysses Christianini aqui.

Juninho Sangiorgio (Discarga | Ratos de Porão | O Inimigo)

Minha escolha vai para o melhor cantor de rock da história, Little Richard, música “Jenny Jenny“. O cara era preto, gay, cantava rock numa das piores épocas de racismo nos EUA e disparado é a maior influência para a música rock do mundo. A música “Jenny Jenny” foi um hit, assim como muitos sons deles, mas essa é especial porque o Tião Macalé a canta num quadro clássico dos trapalhões, a pindureta!! valeu!.
Mais sobre o trabalho de Juninho Sangiorgio clique aqui, aqui e aqui.

Fabio Mozine (Mukeka di Rato | Merda | Os Pedrero)

Música: “Meus Olhos Estão Chorando“. Cantor: Adelino Nascimento. São os mesmo 3 acordes que foram usados pelos Ramones, porém numa visão seresta, letra sincera e reta, vocal real, afinado, lindo, esse é o melhor rock que eu ja ouvi.
Mais sobre o trabalho de Fabio Mozine aqui.

Parte 1 | Parte 2

ANTHRAX APRESENTA AO VIVO COVER DE BLACK SABBATH


Os metaleiros do Anthrax estão atualmente em turnê de divulgação de seu mais novo álbum intitulado “Worship Music“, primeiro trabalho inédito da banda em 9 anos.

Na segunda feira, dia 11 de junho, a banda se apresentou no festival Metal Hammer Golden God Awards  em Londres, onde executou ao vivo um cover de “Neon Knights“, clássico single do Black Sabbath, que contava com Ronnie James Dio nos vocais. O vídeo desta apresentação pode ser conferido logo abaixo:

BLACK SABBATH SEGUE REUNIÃO SEM BILL WARD


Conforme anunciado aqui no ano passado, os membros originais do Black Sabbath, participaram de uma coletiva de imprensa no dia 11/11/11, confirmando os boatos de uma possível reunião e a gravação de um disco de inéditas, além de uma turnê em 2012. Com a confirmação feita, os fãs aguardavam anciosos pelo resultado. Porém, após uma declaração feita pelo baterista Bill Ward em seu site oficial no mês de fevereiro deste ano, pôs em dúvida este retorno:

“A essa altura, eu adoraria participar do álbum e turnê do Black Sabbath. Entretanto, eu não posso continuar a não ser que um contrato “assinável” seja feito; um contrato que reflita alguma dignidade e respeito a mim como membro original da banda. No ano passado eu trabalhei com boa fé com Tony, Ozzy e Geezer. E em 11/11/11 novamente com boa fé, eu participei da coletiva de imprensa em Los Angeles. Alguns dias atrás, após quase um ano de tentativas de negociações, outro contrato “não-assinável” foi entregue a mim.”  A declaração completa de Bill Ward pode ser conferida aqui.

Uma nova declaração, colocando um fim definitivo ao seu retorno à banda, foi divulgada através do site oficial de Bill Ward. Nela, o baterista se diz muito triste por não estar ao lado de Tony Iommi, que está se tratando contra um câncer, porém a tentativa de acordo foi em vão. A longa nota sobre o ocorrido pode ser conferida na íntegra clicando aqui.

O Black Sabbath seguirá suas apresentações com um novo baterista.

TONY IOMMI (BLACK SABBATH) FAZ DECLARAÇÃO SOBRE SEU TRATAMENTO CONTRA O CÂNCER


O guitarrista do Black Sabbath Tony Iommi,  publicou uma declaração através e sua página oficial no Facebook, atualizando os  fãs sobre sua contínua batalha contra o câncer: 

Bem, eu tomei a minha última dose de quimioterapia e por isso espero que o meu corpo comece a voltar ao normal em breve. Os esteróides foram os piores.  Eu já tenho três semanas de radioterapia chegando e isso pode ser muito cansativo, então vamos ver. Um grande agradecimento a Ozzy [Osborne] e Geezer [Butler] por virem para a Inglaterra, foi um grande incentivo para mim, conseguimos trabalhar na maioria dos dias e temos algumas grandes faixas novas”. E, o mais importante, obrigado novamente pelas mensagens gentis, a esperança é de vê-los logo.”

Enquanto a banda foi forçada a cancelar as datas dos shows, eles continuam a trabalhar em um novo álbum – o primeiro com sua formação original desde a saída de Ozzy da banda.  Iommi, que co-fundou o Black Sabbath, foi o único membro constante desde a sua formação em 1969.

TRIBUTO A OZZY OSBOURNE EM ÁLBUM TRIPLO


E o Madman, Sir Ozzy Osbourne ganhará um tributo  em álbum triplo, intitulado “No More Tears: A Millennium Tribute To Ozzy Osbourne – 1971-2012“. Com todos os textos do encarte escritos pelos produtores que já trabalharam com ele, cada disco marcará uma época da carreira do cantor desde os tempos de Black Sabbath.

Entre os nomes dos escolhidos para homenagear o principe das trevas estão Vince Neil (Motley Crue), Eric Singer (Kiss), George Lynch (Dokken Lynch Mob), entre outros.

O lançamento esta previsto para dia 5  de Junho via Versailles Records.