O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD: GRIMES

Com apenas 24 anos, lançando seu terceiro álbum e eleita pelo site especializado “NME” como a primeira da lista das 20 novidades mais empolgantes de 2012, além de ser destaque em importantes publicações como The New York Times, Nowness, Vogue e W, hoje a coluna O QUE ESTÁ ROLANDO NO MEU IPOD vai mostrar um pouco do diferente trabalho da canadense Claire Boucher que adota no palco o nome GRIMES.

GRIMES nasceu e cresceu em Vancouver, no Canadá, mas foi durante seus estudos em Quebec que começou a gravar suas performances e adotar o nome GRIMES.

É difícil a tarefa de rotular o trabalho de GRIMES. Alguns chamam de indie-punk, outros de electro-dance, ou ainda usam o termo som eletrônico cacofônico, mas parece que nenhum desses termos consegue definir com precisão o tipo de som de GRIMES, som este que, segundo a própria artista, ainda esta em fase de descobertas.

E para compor suas músicas GRIMES bebe nas mais variadas fontes. Segundo a própria artista, de Enya à Mariah Carey, passando por TLC e Hildegard of Binges, uma madre inglesa que cantava músicas medievais séculos atrás.

Assim, vemos em suas músicas pitadas de New Age, Pop, Indie, Punk, Rock, Eletrônico e o K-Pop.

Seu primeiro disco, o Geidi Primes, foi lançado em 2010 pela Arbutus Records e relançado em 2011 pela No Pain in Pop.

No mesmo ano GRIMES lançou seu segundo disco, o Halfaxa, também pela Arbutus Records e relançando em 2011 pela Lo Recordings em cd e vinil.

Ambos os álbuns rapidamente ganharam destaque na mídia especializada e GRIMES foi convidada para abrir os shows da turnê de Lyyke Li pelos Estados Unidos tornando seu nome mundialmente conhecido a partir dali.

Em Janeiro deste ano GRIMES anunciou a assinatura de contrato com a gravadora americana 4AD que lançou o seu terceiro disco, o Visions.

Para compor as canções de seu terceiro álbum, GRIMES ficou trancada em um quarto com janelas fechadas durante semanas passando horas sem dormir. Como resultado surge Visions com letras sobre relacionamentos acompanhada de batidas psicodélicas promovendo o encontro do pop com o punk.

Mostrando a grande influência de Enya em seu trabalho, em cada faixa GRIMES canta e sobrepõe mais de 50 vocais. Além de compor, a artista também produz as próprias músicas e videoclipes.

Um som muito diferente de tudo aquilo que vocês já ouviram, essa é GRIMES.

Vale a pena conferir!

Até semana que vem!

Boas melodias!

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