RESENHA: BOMBARDEIO FEST 2011

Aconteceu no mês passado, mais precisamente no dia 26/11, o Bombardeio Fest 2011, onde se apresentaram bandas nacionais e internacionais, entre elas uma das maiores representantes do hardcore nacional, o Ação Direta. Quem ficou responsável pela cobertura do evento foi o grande amigo e colaborador Douglas Rocha, mais conhecido como Mingau. Confiram abaixo a primeira e ótima resenha, além das fotos feita por ele para o Monophono:

São festivais como esse que encerram o ano com “chave de ouro”.

Realizado na noite do dia 26 de dezembro de 2011, na cidade de São Caetano do Sul, o Bombardeio Fest, uniu três excelentes bandas brasileiras, de gerações diferentes, com duas bandas holandesas que possuem já um bom reconhecimento no cenário underground na ONG Cidadão do Mundo.

O festival marcou pela excelente qualidade do som e das bandas. O ambiente estava agradável, o que fugiu a regra de muitos shows que são cansativos e de baixa qualidade em todos os sentidos. O preço foi acessível e o púbico tinha a liberdade de entrar e sair sempre que fosse conveniente.

A noite contou ainda com a montagem de bancas onde o público pode comprar camisetas, CDs, vinis, adesivos, entre outros artigos.

Os tambores rufaram primeiro com a banda do ABC Faccion de Sangre. Apresentando uma postura de palco agressiva, a banda expos um set list com músicas pesadas e muito bem tocadas. A postura thrash metal e hardcore é a marca da banda que conta com Diego no vocal, Borracho baixo e voz, Spock guitarra e voz, e Druguer bateria. Destaque para as músicas “Explosão de Sangue” e “Sistema Maldito“.
Em seguida, presenciamos uma boa apresentação da banda paulistana Bioface. A agressividade combinada a um som pesado e limpo é a marca dessa banda de metal-core, que lançou cd novo nessa noite. A banda é formada por Régis Carbex no vocal, Marco Aurélio no baixo e voz, Cavalheri na bateria e Marcelo Antônio na Guitarra. O destaque dessa noite foi uma postura agressiva dos seus integrantes e uma bateria bem marcada. A música “Bioface” e “Favela” foram o grande clímax.
Já na madrugada desse domingo, sobe ao palco, pela última vez ao ano, a banda Ação Direta. São 25 anos fazendo isso e parece que é sempre a primeira vez, a energia transmitida é fantástica. Combinando grandes clássicos cm os últimos álbuns e uma prévia do que virá no próximo ano, o Ação fez uma apresentação espetacular.
Essa banda de hardcore do abc sempre surpreende aos faz e amigos, quando pensamos que eles não têm mais nada de novo para apresentar, somos surpreendidos por um show repleto de peculiaridades.
Nessa noite, em especial, o baterista Marcão não esteve à frente dos tamborins devido a compromissos com sua outra banda, o Dead Fish, o que impossibilitou sua participação. No entanto, foi muito bem substituído pelo amigo Kiko, baterista do Necromancia, que já vinha ensaiando com os outros integrantes do Ação para essa grande festa. Como o show teve a presença de amigos de longa data, destaco os grande clássicos como “Deuses Dogmas e Violência“, “Pior do que Animal“, “Fatalidades“, além do muito bem elaborado, novo som “Zeitgeist“.
Após as bandas brasileiras se apresentarem, subiu ao palco os holandeses. Os primeiros foram a galera do RUPSBand e logo em seguida curtimos os caras do Waking the Dead, com guitarras mais sujas e rápidas essas duas bandas holandesas fizeram um show de arrebentar. O que me chamou a atenção em ambas as apresentações foi o tempo das músicas e da própria apresentação.
Eram músicas curtas e seguidas, o show durou cerca de vinte minutos cada. No entanto foram quarenta minutos magníficos e cheio de energia. Fica a sugestão para quem não ouviu ainda, conferir as músicas apresentadas por essas duas raridades européias.

Por morar no Brasil a algum tempo, o vocalista da RUPSBand já consegue se comunicar com uma certa facilidade. Isso foi um dos pontos que chamou a atenção dos espectadores que lá estavam, além da curiosidade de tentar entender como a banda faz para se manter viva, tendo em vista que os outros integrantes não moram aqui.

Para os que foram, foi um show para ficar vivo na memória. Para os que não foram, o que resta é lamentar.

    • Douglas (Mingau)
    • 24 de dezembro de 2011

    precisamos só corrigir uns errinhos de digitação no meu texto q vi agora depois q li e umas vírgulas.
    rsrsrsrsrsrsrs….

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